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quarta-feira, 7 de março de 2012

HISTÓRIA DE VÉSPERA

Embora não tenha brincado o carnaval e não tenha ido ao encontro
 em DariaNur, Nasrudin anda dizendo que já está cansado 
e precisa de férias.

Até agora não mandou uma só história para alimentar o blog em 2012. E anda dizendo por aí que sou que não quero trabalhar.

Pra provar que o problema não  é meu, vou postar aqui uma historia de véspera, porque o dia é amanhã. Assim vocês tem tempo de espalhar a novidade e amanhã todo mundo acessa o blog.

A HISTÓRIA VAI NO PRÓXIMO POST, OK? FIQUEM LIGADOS. POSTO DAQUI A POUCOS MINUTOS.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

QUÃO GRANDE É O MUNDO

Carta vez, um "gaiato" perguntou a Nasrudin:
- Quão grande é o mundo?
No mesmo instante, passou um cortejo fúnebre. Nasrudin pensou um pouco, e respondeu:
- Pergunte ao indivíduo que vai alí, dentro do caixão. Somente ele pode responder sua pergunta porque já mediu o mundo em todos os sentidos e agora está indo embora. 

domingo, 27 de novembro de 2011

QUANTO VALE UM TURBANTE?

Certa vez, Nasrudin foi à Corte usando um magnífico turbante. A intenção do Mullá era despertar o desejo do rei e vender-lhe o turbante. E de acordo com sua expectativa, o rei perguntou:

- Nasrudin, quando você pagou por esta maravilha?
- Mil moedas de ouro, majestade.

O vizir percebeu a espeteza e cochichou ao rei: "ninguém, além de um idiota, pagaria tanto por um turbante". O rei, influenciado pelo comentário, disse a Nasrudin:

- Por que você pagou tanto? Nunca ouvi falar que alguém tivesse dado essa quantia por um turbante.
- Paguei essa fortuna porque sabia que em todo o mundo só um rei compraria esse tipo de coisa.

Sensibilizado pelo elogio, o rei decidiu comprar o turbante pelas mil moedas de ouro.
Pouco depois, ao se encontrar só com o vizir, Nasrudin lhe disse:

- Você pode conhecer o valor de um turbante, mas sou euq uem conhece as fraquezas dos reis.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Botando pra correr

Nasrudin, certo dia, resolveu contar aos amigos suas aventuras no deserto:
- Quando estive lá, botei pra correr uma tribo inteira de beduínos
horrorosos e sanguinários.
- Como você conseguiu isso, Mulá, perguntou um dos amigos.
- Simples. Eu corri, e eles correram atras de mim.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

IDÉIA FIXA

Perguntaram, um dia, a Nasrudin:

- Quantos anos você tem?

E ele respondeu:

- Quarenta.

- Mas você disse o mesmo da última vez que lhe perguntei!

-Posi é, eu sempre sustento o que digo.

A COMIDA DO MANTO

Certa vez, todos que vivam na mesma região de Nasrudin foram convidados para um banquete em uma aldeia próxima. Ao saber do convite, o Mullá foi até lá o mais rápido que pôde. Mas como estava com um manto esfarrapado, o mestre de cerimonias  o colocou e um lugar ruim, longe da grande mesa onde estavam os convidados mais importantes.

Logo, Nasrudin percebeu que demoraria mais de uma hora para ser servido. Então resolveu ir até sua casa e se vestiu com um manto e um turbante magníficos. Ao entrar novamente na festa, foi saudado com tambores de boas vindas pelos arautos do Emir, seu anfitrião, e o camareiro real o conduziu a um lugar ao lado do próprio Emir.

Imediatamente a comida foi servida.

Nasrudin então pegou a comida com a mãos e começou a esfregá-la no manto e no turbante.

- Vossa eminência, disse o Emir, seus costumes à mesa são inteiramente novos para mim. Estou curioso.

E Nasrudin respondeu:

- O manto e o turbante me fizeram chegar aqui e me trouxeram a comida. Você não acha que eles merecem as suas partes? 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

MAIS ÚTIL

Certa vez, o Mullá entrou em uma casa de chá proclamando:
- A Lua é mais útil que o sol!
- Por que diz isso, Nasrudin? perguntaram os frequentadores do lugar.
- Porque precisamos mais de luz à noite do que durante o dia.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

QUALIDADE E QUANTIDADE

Certa vez, enquanto levava um carragemento de uvas para o mercado, Nasrudin foi cercado por crianças que queriam comer as frutas. O Mullá deu um pouquinho a cada uma, mas elas não ficaram satisfeitas.
- Como você é mesquinho, Nasrudin.
- Não é mesquinharia. Faço isso para demonstrar como as crianças são tolas. Essas uvas todas tem o mesmo gosto. Quem provar algumas, já sabe como é o sabor das outras.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Qual seria a aparência de um pássaro?

História em três idiomas. Versões italiana e inglesa enviadas por Stefan Turk

PORTUGUÊS
Um dia, Nasrudin encontrou um gavião doente, deitado sobre a janela de sua casa. Ele nunca tinha visto um pássaro como aquele.
- "Pobre", pensou. "Como pôde ser sido reduzido a isto?"
E então cortou as garras do gavião, endireitou o bico e encurtou as penas.
- "Agora você tem aparência de um pássaro", disse Nasrudin.

ITALIANO

Un giorno Nasruddin incontrò un falco molto stanco posato sul davanzale della sua finestra. Mai aveva visto un uccello uguale.
-"Poverino" disse. "Com'è possibile che ti abbiamo ridotto in questo stato?"
Tagliò gli a...rtigli del falco, gli raddrizzò il becco e gli accorciò le piume.
- "Adesso sembri proprio un uccello," disse Nasruddin.

INGLÊS

One day Nasruddin met an exhausted hawk placed on the window of his home. He had never seen a bird-like that.
-"Poor," he said. "How could you have been reduced to this?"
He cut the claws of the hawk, straightened the beak and shortened feathers.
-"Now you look like a bird," Nasruddin said.

terça-feira, 19 de julho de 2011

DE CABEÇA PARA BAIXO

Um dia perguntaram ao Mullá.
- Nasrudin, quando você morrer, de que jeito quer ser enterrado?
- De cabeça para baixo, respondeu.
E logo explicou:
- Se, como acerditam as pessoas, o jeito de estar neste mundo é sobre os pés, no próximo eu quero ficar de cabeça para baixo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O PESO DA CULPA

Um dia, a casa de Nasrudin foi assaltada enquanto ele e a mulher estavam fora. Os ladrões levaram tudo.
- A culpa é sua,  disse a mulher.
Os vizinhos, que chegaram logo depois, também acusaram Nasrudin.
- Você não trancou as janelas, dissse um.
- As trancas estavam com defeito e você não as substituiu, disse outro.
- Um momento, gritou o Mullá. Eu não sou o único culpado, sou? Que acham de culparem os ladrões?

terça-feira, 28 de junho de 2011

PSICOLOGIA

Nasrudin sentiu necessidade de procurar um psiquiatra.Ao chegar lá, disse ao médico.
- Vim até aqui porque não consigo me lembrar de nada.
E o médico lhe perguntou:
- Quando isso começou, Mullá?
Nadrudin perguntou:
- Isso o que?

DOIS ESTÚPIDOS

Certa vez, Nasrudin foi a um moinho e começou a recolher trigo das cestas de outras pessoas para colocá-lo em sua própria cesta. Alguém que observava a cena, lhe perguntou:
-Mullá, por que está pegando o trigo dos outros?

E Nasrudin respondeu, prontamente:

Porque sou estúpido.

- Mas já que é estúpido, por que não faz o contrário?

E o Mullá respondeu: nesse caso, eu  não seria apenas estúpido. Seria dois estúpidos.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

UMA PERGUNTA

Nasrudin tinha um discípulo iraniano que falava muito mal o turco. Um dia, o discípulo apareceu na casa do Mullá por volta de meia noite e bateu a porta com veemência.
Hodja foi até a janela e perguntou. O que queres a esta hora?
 E o discípulo respondeu:
-Desejo fazer uma pergunta.
Então fala logo de uma vez, disse o Mullá.
- Posso falar em persa?
Sim, respondeu Nasrudin e fechou a janela na cara do discípulo.

O ATAÚDE ESTÁ CHEGANDO

Carta vez, havia morrido um homem na aldeia de Nasrudin. A viúva, inconformada, se lamentava:
- Oh! meu querido esposo, onde estás? Em um lugar onde não há luz, nem comida, nem nada!
Quando o Mullá escutou isto, correu até sua casa e disse à esposa:
-Depressa, organize tudo, o ataúde está chegando.

terça-feira, 15 de março de 2011

O IRMÃO DE NASRUDIN

Certa vez, um viajante disse a Nasrudin:
- Dizem que algo terrivel acontecerá a quem falar mal de certos dervixes.
- Isso é besteira, disse o Mullá, tirando um pequeno sapo de dentro de uma ciaxa de fósforos que guardava no bolso.
- Este é  meu irmão. Ele não parece mais o emsmo desde que criticou um dervixe, mas goza de perfeita saúde e precisa comer muito menos. Além disso, dizem que os sapos vivem cem anos. Então acredito que agora ele está melhor do que antes.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Nasrudin se encantou com a viagem e esqueceu do blog

Antes tarde do que nunca, já dizia o ditado. Com um atraso de cinco dias, o Mullá enviou a história da última quinta. Vamos creditar esse acontecimento à flexibilidade do personagem.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

QUAL É A EVIDÊNCIA REAL?

* História enviada por Fabiano Siqueira

Um vizinho procurou Nasrudin.
- Mullá, me empresta seu burro?
- Lamento, disse o Mullá, já está emprestado.
Assim que Nasrudin acabou de falar, o burro zurrou. O som vinha do estábulo.
- Mas Mullá, posso ouvir o burro bem ali!
Nasrudin, fechando a porta na cara do sujeito, falou com toda altivez:
- Um homem que prefere acreditar na palavra de um burro, não merece que lhe seja emprestada coisa alguma.

WHAT IS THE EVIDENCE FOR REAL?
* Story posted by Fabian Smith

A neighbor asked Nasrudin.
- Mulla, lend me your ass?
- Sorry, Mulla said, is already borrowed.
Once Nasrudin had finished speaking, the donkey brayed. The sound came from the barn.
- But Mulla, I can hear the ass right there!
Nasrudin, closing the door on the subject, talked with all haughty:
- A man who prefers to believe the word of a donkey, don't deserve to be lent anything.

sábado, 7 de agosto de 2010

Enquanto isso, em São Paulo...

...o primeiro assessor de Nasrudin se vira pra resolver a encrenca que ele arrumou no Facebook. Não sei se a idéia dele vai dar certo. Mas vamos tentar. O Mulá quer contar primeiro a história que ele lembra. Argumento: se ele lembra é porque é essa que está sendo mais desejada. Dá pra acreditar num raciocínio desses? E o que é pior: a história que ele lembra não está entre as que foram sugeridas pelo pessoal do Facebook. É mole?

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Nasrudin se mandou com Lane

N
O
V
O

S
U
M
I
Ç
O

Desta vez, ninguém sabe ainda onde o Mullá foi. Dizem as más línguas que ele está com Lane. Até agora nem sinal de história. Mas eu vou quebrar o galho mais uma vez porque encontrei uma história velha na gaveta. E é ela que vocês vão ler hoje, com 24 horas de atraso. Esperem só uns minutinhos.