...................um manual incompleto, e em constante atualização, de humor, tolice e sabedoria ..........................
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
domingo, 18 de março de 2012
O QUE EU PRECISO
Nasrudin encontrou um amigo que estava indo para o centro da cidade e ele lhe perguntou:
- Precisa de alguma coisa, Mulla?
- Preciso sim.
- De que? perguntou o amigo.
- De um corte de cabelo.
- Precisa de alguma coisa, Mulla?
- Preciso sim.
- De que? perguntou o amigo.
- De um corte de cabelo.
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quarta-feira, 7 de março de 2012
A página O Simbolismo dos padrões geométricos da arte islâmica, que Nasrudin divulgou agora há pouco no Facebook, nos enviou um exemplar do livro O SIMBOLISMO DOS PADRÕES GEOMÉTRICOS DA ARTE ISLÂMICA, em agradecimento. Então, galera, quem ganhar o Concurso de Imagens do Nasrudin promovido pelo Blog do Nasudin leva o boneco em tamanho natural e leva também o livro. Valeu? Bale? Ok? Right? De acuerdo?
O link para o regulamento do concurso está na barra lateral direita e, logo abaixo, links para os "posts" com as imagens concorrentes.
Boa sorte aos participantes.
Rapidez aos que ainda não se inscreveram.
Desta vez não haverá adiamento.
O link para o regulamento do concurso está na barra lateral direita e, logo abaixo, links para os "posts" com as imagens concorrentes.
Boa sorte aos participantes.
Rapidez aos que ainda não se inscreveram.
Desta vez não haverá adiamento.
O POÇO
Nasrudin caminhava em direção à sua casa, quando encontrou um amigo.
- Você me faz um favor, perguntou o Mullá?
- Caro, pode pedir.
- Um homem caiu em um poço logo alí. Estou indo buscar uma corda para salvá-lo. Por favor vá até lá e diga a ele para não ir embora até eu chegar.
- Você me faz um favor, perguntou o Mullá?
- Caro, pode pedir.
- Um homem caiu em um poço logo alí. Estou indo buscar uma corda para salvá-lo. Por favor vá até lá e diga a ele para não ir embora até eu chegar.
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HISTÓRIA DE VÉSPERA
Embora não tenha brincado o carnaval e não tenha ido ao encontro
e precisa de férias.
Até agora não mandou uma só história para alimentar o blog em 2012. E anda dizendo por aí que sou que não quero trabalhar.
Pra provar que o problema não é meu, vou postar aqui uma historia de véspera, porque o dia é amanhã. Assim vocês tem tempo de espalhar a novidade e amanhã todo mundo acessa o blog.
A HISTÓRIA VAI NO PRÓXIMO POST, OK? FIQUEM LIGADOS. POSTO DAQUI A POUCOS MINUTOS.
sábado, 31 de dezembro de 2011
MENSAGEM DO NASRUDIN
Em 2012,
prometo que haverá história toda quinta-feira,
onde quer que haja gente.
E todos serão felizes para sempre!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
GUSTAVO ADOLFO RAMÍREZ
*de Buenos Aires
QUÃO GRANDE É O MUNDO
Carta vez, um "gaiato" perguntou a Nasrudin:
- Quão grande é o mundo?
No mesmo instante, passou um cortejo fúnebre. Nasrudin pensou um pouco, e respondeu:
- Pergunte ao indivíduo que vai alí, dentro do caixão. Somente ele pode responder sua pergunta porque já mediu o mundo em todos os sentidos e agora está indo embora.
- Quão grande é o mundo?
No mesmo instante, passou um cortejo fúnebre. Nasrudin pensou um pouco, e respondeu:
- Pergunte ao indivíduo que vai alí, dentro do caixão. Somente ele pode responder sua pergunta porque já mediu o mundo em todos os sentidos e agora está indo embora.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
PARA QUE LADO?
Certa vez, um homem perguntou a Nasrudin:
- Mullá, para que lado eu devo me voltar quando estou me banhando no mar?
E Hodja respondeu:
- Para o lugar onde estiverem suas roupas.
- Mullá, para que lado eu devo me voltar quando estou me banhando no mar?
E Hodja respondeu:
- Para o lugar onde estiverem suas roupas.
EFEITO NASRUDIN
Caros amigos leitores e seguidores deste blog.
O concurso de Imagens do Nasrudin foi vítima do chamado "Efeito Nasrudin", que confunde as pessoas.
A maioria de vocês não se inscreveu, eu esqueci de publicar algumas imagens inscritas, e tudo ficou meio estranho.
Mas eu encontrei um antídoto para isso e j estou organizando as coisas.
O concurso teve mais um adiamento. O último. As inscrições agora vão até 1 de junho dfe 2012.
Para facilitar a participação do público que elegerá a melhor imagem, coloquei todas juntas. É só clicar em Concurso de Imagens do Nasrudin que irão aparecer todos os posts de concorrentes e vocês clicam no que quiserem apreciar e comentar.
Espero que vocês também tenham encontrado o antído para o "Efeito Nasrudin" e consigam participar do concorso, enviando imagense comentando as imagens dos outros participantes.
Beijos a todos nesta quinta-feira. Daqui a pouco tem história nova.
M. Gushah
O concurso de Imagens do Nasrudin foi vítima do chamado "Efeito Nasrudin", que confunde as pessoas.
A maioria de vocês não se inscreveu, eu esqueci de publicar algumas imagens inscritas, e tudo ficou meio estranho.
Mas eu encontrei um antídoto para isso e j estou organizando as coisas.
O concurso teve mais um adiamento. O último. As inscrições agora vão até 1 de junho dfe 2012.
Para facilitar a participação do público que elegerá a melhor imagem, coloquei todas juntas. É só clicar em Concurso de Imagens do Nasrudin que irão aparecer todos os posts de concorrentes e vocês clicam no que quiserem apreciar e comentar.
Espero que vocês também tenham encontrado o antído para o "Efeito Nasrudin" e consigam participar do concorso, enviando imagense comentando as imagens dos outros participantes.
Beijos a todos nesta quinta-feira. Daqui a pouco tem história nova.
M. Gushah
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
QUANTO VALE UM TURBANTE?
Certa vez, Nasrudin foi à Corte usando um magnífico turbante. A intenção do Mullá era despertar o desejo do rei e vender-lhe o turbante. E de acordo com sua expectativa, o rei perguntou:
- Nasrudin, quando você pagou por esta maravilha?
- Mil moedas de ouro, majestade.
O vizir percebeu a espeteza e cochichou ao rei: "ninguém, além de um idiota, pagaria tanto por um turbante". O rei, influenciado pelo comentário, disse a Nasrudin:
- Por que você pagou tanto? Nunca ouvi falar que alguém tivesse dado essa quantia por um turbante.
- Paguei essa fortuna porque sabia que em todo o mundo só um rei compraria esse tipo de coisa.
Sensibilizado pelo elogio, o rei decidiu comprar o turbante pelas mil moedas de ouro.
Pouco depois, ao se encontrar só com o vizir, Nasrudin lhe disse:
- Você pode conhecer o valor de um turbante, mas sou euq uem conhece as fraquezas dos reis.
- Nasrudin, quando você pagou por esta maravilha?
- Mil moedas de ouro, majestade.
O vizir percebeu a espeteza e cochichou ao rei: "ninguém, além de um idiota, pagaria tanto por um turbante". O rei, influenciado pelo comentário, disse a Nasrudin:
- Por que você pagou tanto? Nunca ouvi falar que alguém tivesse dado essa quantia por um turbante.
- Paguei essa fortuna porque sabia que em todo o mundo só um rei compraria esse tipo de coisa.
Sensibilizado pelo elogio, o rei decidiu comprar o turbante pelas mil moedas de ouro.
Pouco depois, ao se encontrar só com o vizir, Nasrudin lhe disse:
- Você pode conhecer o valor de um turbante, mas sou euq uem conhece as fraquezas dos reis.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Botando pra correr
Nasrudin, certo dia, resolveu contar aos amigos suas aventuras no deserto:
- Quando estive lá, botei pra correr uma tribo inteira de beduínos
horrorosos e sanguinários.
- Como você conseguiu isso, Mulá, perguntou um dos amigos.
- Simples. Eu corri, e eles correram atras de mim.
- Quando estive lá, botei pra correr uma tribo inteira de beduínos
horrorosos e sanguinários.
- Como você conseguiu isso, Mulá, perguntou um dos amigos.
- Simples. Eu corri, e eles correram atras de mim.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Tributo ao silêncio
Para Mullá Nasrudin
Quanto mais tagarelo me confundo
... tanto mais confundido me atrapalho,
minha língua é refém de ato falho
e eu falho falando a todo mundo
a rota do desejo mais profundo
que fulgura em meus olhos, feito atalho
e permite que os outros, sem trabalho
mais que eu me conheçam, e mais fundo.
Me abster do discurso? Sofro e calo.
Mas calado mais sofro, então eu falo,
mas falando também não me contento.
Eu queria dizer, bem, o que sinto,
quando digo, porém, eu sei que minto,
misturando razão com sentimento.
Júlio Polidoro
Quanto mais tagarelo me confundo
... tanto mais confundido me atrapalho,
minha língua é refém de ato falho
e eu falho falando a todo mundo
a rota do desejo mais profundo
que fulgura em meus olhos, feito atalho
e permite que os outros, sem trabalho
mais que eu me conheçam, e mais fundo.
Me abster do discurso? Sofro e calo.
Mas calado mais sofro, então eu falo,
mas falando também não me contento.
Eu queria dizer, bem, o que sinto,
quando digo, porém, eu sei que minto,
misturando razão com sentimento.
Júlio Polidoro
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